Quomodo Blog

Muitas coisas na nossa vida são movidas por nosso estado de espírito naquele momento. Quantas vezes você já brigou com alguém e depois pensou que o motivo não tinha nada a ver com a briga em si, mas sim em como você estava se sentindo naquela hora?

monica brava

Pensando nisso e também no nosso papel de pais, pensei em algumas perguntas básicas que podemos fazer a nós mesmos antes de tomar alguma atitude em relação aos nossos filhos (aqui cabe: colocar de castigo, brigar, dar uma palmadinha, ou até mesmo outras questões mais externas, como fazer uma festa em buffet ou matricular seu baby em uma aulinha de natação). Como geralmente seu filho ainda não tem muito esse poder de decidir, acho que essas perguntinhas podem te ajudar a pensar na motivação real daquela atitude. E ao menor sinal de respostas que te agradem, não tenha dúvida, vá em frente e faça o seu melhor!

  • Por quê estou fazendo isso? – Qual o objetivo real de tomar essa atitude, o que quero com isso? – Exemplo: Coloco o meu filho de castigo porque ele jogou o celular no chão. O que quero que ele aprenda quando o coloco de castigo?
  • Para quem estou fazendo isso? – Ou seja, essa atitude é para me acalmar/realizar/suprir minhas necessidades ou as do meu filho? Ou ainda: para satisfazer a vontade de outras pessoas, que não da minha família? Ex: Dar uma palmadinha quando seu filho dá escândalo no shopping.
  • Qual a capacidade de entendimento do meu filho sobre essa situação? – Muito importante. Já ouvi relatos de crianças que apanharam com menos de 8 meses e não consigo entender qual lição os pais gostariam de dar, posto que a criança nem sabia o que tinha feito de errado.
  • Eu quero ou ele quer? Quem quer? – Quem quer que seu filho goste de jogar basquete. Ele ou você? Que sinais ele demonstra a respeito?

O bacana de se colocar em reflexão é que ninguém precisa te julgar e você mesmo pode se sentir mais confortável em tomar decisões. É normal as vezes fazermos coisas e depois acharmos que exageramos ou nos sentirmos mal, mas se você estiver munida de seus próprios argumentos, entender o motivo será libertador, tenho certeza!

Faça o teste!

Um abraço.

Cecília.

Choro do Bebê
20 de maio de 2016
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Choro

É bem comum ouvir que qualquer choro da criança é birra ou manha. Mas é incomum que elas ocorram antes dos 2 anos de idade, fase em que as crianças começam a tomar consciência de que elas são um ser diferente e separado de suas mães.

O choro é a única forma de expressão que o bebê conhece. Quando ele quer alguma coisa (qualquer coisa), ele vai chorar. Seja mais ou menos, seja proporcional ou não. Cabe a nós mantermos a calma e tentarmos entender o que aquele choro quer dizer.

Sendo assim, quando a criança tem um acesso de choro com 9 meses, ela pode estar sim, querendo chamar sua atenção, mas “querer atenção” já é alguma coisa, uma indicação de necessidade.

O ideal é fazer um balanço mental dos acontecimentos e das relações quando a criança parece se comportar de forma diferente do que ela está acostumada:

– Há algo acontecendo na família que possa fazer a criança se sentir diferente? (Gravidez, brigas entre os pais, falecimento de alguém importante…)

– Todas as necessidades fisiológicas da criança foram atendidas? (Fome, frio, sede, fralda limpa, banho…)

– Ela pode estar incomodada com alguma sensação física que ela ainda não consegue explicar? (roupa apertada, fralda apertada, etiqueta da roupa incomodando, dores em geral – garganta, ouvido, cabeça, barriga, dente…).

manual mam

Me lembro quando o Thiago ainda tinha meses e de repente começou a ficar nervoso com tudo, parecia morder todo mundo que tentava pegar no colo. Antes de qualquer coisa, eu só conseguia pensar: “Meu Deus, será que o Thiago está mudando o comportamento dele e vai ser assim estressado daqui pra frente. Isso é possível para uma criança tão pequena?”. Tamanho foi meu alívio quando vi o seu primeiro dentinho apontando na gengivinha. Era isso, afinal! Imaginei que irritante deve ser você se incomodar com algo que ainda nem consegue ter consciência do que é, tão pouco expressar de outra forma além do choro.

Eu também acredito muito que a mãe as vezes tem uma intuição que surge do além (rs) que vai mostrar para ela qual era o problema. Mas caso demore um pouquinho a chegar ou você fique tão nervosa que não consiga se conectar a esses sinais do universo, mantenha a calma e faça as perguntas lá em cima…

Um abraço!

Cecília.

Papinha Nutritiva
28 de out de 2015
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Com o fim da licença maternidade por volta dos 6 meses de vida do bebê a mãe inicia a introdução dos alimentos sólidos. É chegada a hora de introduzir a papinha. Nesta fase deverão ser dadas pelo menos quarto mamadas e duas papinhas. Se o bebê recusar a papinha, substitua pela mamada.

A papinhas deverão ser feitas sempre com ingredientes naturais e nada de processar ou bater no liquidificador. Cozinhe os alimentos e os amasse para que fiquem com textura pastosa.

Junto com a papinha vem também a introdução da água até 100ml por dia. Sucos devem ser evitados. Prefira sempre frutas e jamais substitua alimentos sólidos por líquidos.

Dadas as dicas, vamos a uma receita que fica deliciosa e super nutritiva!

PAPINHA DE INHAME, RÚCULA, BETERRABA, CENOURA E FRANGO DESFIADO

INGREDIENTES

1 inhame pequeno;
1 pires de folhinhas de rúcula;
½ beterraba;
½ de cenoura;
1 colher (sopa) de caldo de feijão;
50g de frango orgânico (peito de frango);
1 colher (sobremesa rasa) de óleo de canola;
½ dente de alho;
1 colher (chá) de cebola;
Salsinha.

MODO DE PREPARO

Lave bem os legumes e as folhas de rúcula e coloque água para ferver. Depois que a água entrar em ebulição, coloque o peito de frango, os legumes, a cebola, o alho e o óleo. Cozinhe em panela comum com tampa, até os legumes e o frango ficarem macios. Adicione as folhas de rúcula e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Após retirar a casca dos legumes e picar as folhinhas de rúcula, amasse todos os ingredientes com um garfo, desfie o frango e acrescente a salsinha e o caldo de feijão.

Fonte: DaquiDali

Foto: Photl.com

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