Quomodo Blog

Um dos maiores eventos esportivos está para começar. Estamos falando da Copa do Mundo, que mexe com a cabeça – e coração – dos fascinados por futebol. Muitos acreditam que é praticamente impossível curtir os jogos com um recém-nascido ou bebê em casa, mas isso não é verdade. No texto de hoje, separamos algumas dicas de como curtir a Copa com os bebês em casa.

 

  • Reúna o pessoal em casa

 

Uma das formas de manter o controle nos eventos sociais é convidar as pessoas para curtirem o jogo na sua casa. Assim você evita grandes confusões e tumultos, que são comuns em espaços como restaurantes e bares lotados.

 

Outra vantagem é saber quem vai e se as pessoas estão doentes, evitando o contato delas com o bebê. Todo cuidado é pouco e as visitas devem entender isso. Fale com educação e deixe sempre à disposição uma garrafinha de álcool gel, para que todos possam higienizar a mão.

 

  • Cuidados com a saúde

 

Já que entramos neste tópico, é importante ressaltar que a carteirinha de vacinação deve estar em dia. Se seu filho é recém-nascido, provavelmente ainda não tomou todas as vacinas e, por isso a atenção deve ser redobrada. Converse com o pediatra sobre os cuidados que devem ser tomados, e aproveite para perguntar sobre o uso do repelente. Existem algumas versões específicas para bebês.

 

  • Crie um canto só para os bebês

 

Pode ser no cômodo onde está passando a transmissão do jogo ou em quarto isolado da poluição sonora da torcida. O que importa é ter um espacinho só para o bebê (ou bebês, se for o caso) curtirem, com brinquedos e uma cerquinha para eles não explorarem mais do que devem. Para os pais ficarem mais tranquilos, usem uma babá eletrônica para monitorarem os pequenos.

 

 

Alguns modelos possuem clip para fixação, permitindo que os pais levem o receptor para qualquer lugar, e alerta visual, que acende três luzes quando há algum som.

 

  • De olho na alimentação

 

Galera reunida, futebol na TV, e pra comer… Um belo churrasco, não é mesmo? Essa é a linha de raciocínio mais comum entre os adultos, mas lembrem-se que os pequenos também estão na torcida. O leite materno deve ser o alimento exclusivo até os seis meses de idade e complementar até, pelo menos, os dois anos de vida.

 

Separe também algumas frutas em pedaços cortados, para facilitar a mastigação dos pequenos. Prefira sucos naturais em vez dos industrializados e evite refrigerantes, pois o consumo em excesso de açúcar é o principal fator para desenvolvimento de diabetes tipo II e resistência à insulina.

 

  • Torcida infantil

 

Sabe aquelas tintas no rosto? Deixe bem longe dos pequenos. Até um ano de idade, eles costumam desenvolver alergias com facilidade. Uma boa forma de colocá-los no clima da comemoração é vestindo-os com bodies da Copa. Como é bem provável que esteja fria, as peças são em manga longa e feitas com suedine penteado, com abertura na parte inferior para facilitar na hora de vestir o bebê.

 

Viu? Ter um pimpolho em casa não significa que os pais e responsáveis não podem curtir a Copa do Mundo. Com as nossas dicas, você tem tudo para montar um espaço incrível e super divertido para todas as idades. Na Loja Era Uma Vez, você encontra peças a preços acessíveis e promoções incríveis. Entre no nosso site e confira!

Muitas coisas na nossa vida são movidas por nosso estado de espírito naquele momento. Quantas vezes você já brigou com alguém e depois pensou que o motivo não tinha nada a ver com a briga em si, mas sim em como você estava se sentindo naquela hora?

monica brava

Pensando nisso e também no nosso papel de pais, pensei em algumas perguntas básicas que podemos fazer a nós mesmos antes de tomar alguma atitude em relação aos nossos filhos (aqui cabe: colocar de castigo, brigar, dar uma palmadinha, ou até mesmo outras questões mais externas, como fazer uma festa em buffet ou matricular seu baby em uma aulinha de natação). Como geralmente seu filho ainda não tem muito esse poder de decidir, acho que essas perguntinhas podem te ajudar a pensar na motivação real daquela atitude. E ao menor sinal de respostas que te agradem, não tenha dúvida, vá em frente e faça o seu melhor!

  • Por quê estou fazendo isso? – Qual o objetivo real de tomar essa atitude, o que quero com isso? – Exemplo: Coloco o meu filho de castigo porque ele jogou o celular no chão. O que quero que ele aprenda quando o coloco de castigo?
  • Para quem estou fazendo isso? – Ou seja, essa atitude é para me acalmar/realizar/suprir minhas necessidades ou as do meu filho? Ou ainda: para satisfazer a vontade de outras pessoas, que não da minha família? Ex: Dar uma palmadinha quando seu filho dá escândalo no shopping.
  • Qual a capacidade de entendimento do meu filho sobre essa situação? – Muito importante. Já ouvi relatos de crianças que apanharam com menos de 8 meses e não consigo entender qual lição os pais gostariam de dar, posto que a criança nem sabia o que tinha feito de errado.
  • Eu quero ou ele quer? Quem quer? – Quem quer que seu filho goste de jogar basquete. Ele ou você? Que sinais ele demonstra a respeito?

O bacana de se colocar em reflexão é que ninguém precisa te julgar e você mesmo pode se sentir mais confortável em tomar decisões. É normal as vezes fazermos coisas e depois acharmos que exageramos ou nos sentirmos mal, mas se você estiver munida de seus próprios argumentos, entender o motivo será libertador, tenho certeza!

Faça o teste!

Um abraço.

Cecília.

Filhos e Positividade!
3 de jun de 2016
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Essa semana li tantas notícias, opiniões e discussões nas redes sociais e mídia em geral,  totalmente divergentes e agressivas sobre vários assuntos (política, violência, direitos humanos, etc…) que minha cabeça até doeu. Não é fácil manter a tranquilidade dos nossos pensamentos – ainda mais quando estamos gerando uma vida dentro de nós – e acreditar que ainda temos coisas boas para nos concentrar. E que elas ainda existem.

Pensando nisso, me dei conta de que mais do que nos tornar pessoas melhores, os nossos filhos também nos ajudam a manter a positividade, sempre. Aposto que você já se deu conta que:

Um abraço de filho é o melhor presente do mundo – Quantas vezes me peguei chorando com qualquer coisa (e qualquer coisa mesmo, por exemplo um desenho animado com uma mensagem tocante!) e no mesmo instante, sem dizer nada, meu filho se aproximou de mim e me deu um abraço. Daqueles que deixam a gente sem palavras e com a voz mais embargada ainda…

Dá a impressão que eles percebem como nos sentimos, mesmo de dentro da barriga – Aqui nem estou pensando no que é comprovado cientificamente ou não (que desde fetos já temos vida psíquica), mas sim pensando na questão de sensibilidade mesmo. Quem nunca ficou triste durante a gravidez e tomou um “chute-uterino-para-parar-de-ser-besta”? rs

A ingenuidade das crianças é a coisa mais linda de se ver – Uma vez meu filho quis brincar de polícia e ladrão. O caso foi resolvido de forma pacífica: O policial prendeu o ladrão, o ladrão reconheceu que tinha feito alguma coisa errada (nesse caso era jogar lixo no chão), e então ele pediu desculpas ao policial, que por sua vez aceitou e tudo se resolveu! Que mundo mágico! 🙂

caillou 2

Nós somos muito importante para eles – Pelo simples fato de estar com um bebê na barriga, ou em casa, ou na vida, temos noção da grande responsabilidade. Não dá muito tempo para ficar se lamentando com as coisas que acontecem porta afora. Não podemos ficar alienados para o mundo, mas também nossa missão de construir um mundo melhor e pessoas melhores começa ali mesmo: no amor que você pode dar, no quanto você pode se doar, em um simples carinho ou com a nossa presença.

Você já prestou atenção a essas pequenas maravilhas de ter filhos ou crianças por perto?

Um abraço.

Cecília.