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A amamentação é um dos momentos de maior conexão entre mãe e bebê. Porém, nem sempre é fácil, principalmente no início. Nas primeiras semanas, pode acontecer dos seios vazarem, ficarem doloridos e até bastante sensíveis. Demora um tempinho para o corpo se acostumar e, para nossa sorte, existem alguns produtos que auxiliam as mamães neste processo de adaptação. Confira:

 

1) Extrator de leite

 

Ao contrário do que muita gente acredita, os extratores de leite não são usados apenas quando a mãe precisa ficar muito tempo longe do bebê. Esse instrumento pode servir para outras ocasiões, como “esvaziar” um pouco o seio quando ele tão cheio a ponto de dificultar que o bebê pegue o peito.

 

 

Procure modelos que têm silicone e polipropileno na sua composição, que proporcionam maior conforto na hora da sucção. As recomendações são as mesmas da hora de amamentar: procure um lugar sossegado e fique em uma posição confortável.

 

2) Almofada de amamentação

 

A almofada de amamentação auxilia a encontrar a posição correta para o bebê. Com um formato em “U”,  ela garante  conforto e um ajuste seguro ao corpo. A almofada é forrada com tecido de tricoline 100% algodão, proporcionando maior conforto para o pequeno. Seu zíper facilita tirar o enchimento, que é bem macio, para lavar a almofada. Toda essa praticidade é acompanhada por lindos detalhes, que podem ser de princesas, estampas e muito mais.

 

 

3) Sutiã de amamentação

 

Durante a gravidez e nos primeiros meses do bebê, os seios da mãe crescem e ficam muito mais pesados pela quantidade de leite. Os sutiãs normais não são feitos para dar o apoio necessário, então criaram os sutiãs de amamentação, projetados para acomodar a constante mudança de tamanho e forma dos seios.

 

 

Esses sutiãs também possuem uma abertura frontal em fecho click para dar mais praticidade na hora de amamentar. Os itens são produzidos com fios especiais que proporcionam excelente conforto e durabilidade.

 

4) Aquecedor

 

Aquecedor de alimentos instantâneos, sem pilhas, cabos ou eletricidade. Que delícia, né? O produto utiliza a tecnologia “One Step Click” e é muito fácil de (re)usar. Desta forma,  as papinhas e mamadeiras estarão sempre a uma temperatura confortável e deliciosa para os bebês.

 

 

5) Bicos de mamadeiras

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o bebê deve ser amamentado exclusivamente pelo leite materno até seis meses de idade – e todos nós sabemos dos benefícios que esse leite traz para os pequenos. Porém, nem sempre a mamãe consegue amamentar por muitos meses e, nessas horas, precisam introduzir a mamadeira na rotina para que os filhos sejam alimentados.

 

Troque o bico quando ele estiver “grudento”, inchado ou apresentar descoloração. Dê preferência para os itens produzidos em silicone ultra macio e livre de BPA, que proporcionam mais conforto para os pequenos.

 

O que acharam, mamães? Vocês podem adquirir esses e todos os produtos para montar um enxoval completo na Loja Era Uma Vez. Confira nossos preços e condições de pagamento!

Pode parecer bobagem, mas um simples colírio pode causar um aborto. A verdade é que as pessoas acreditam que certos medicamentos são nulos de efeitos colaterais, mas mesmo um colírio, por ser vasoconstritor, pode reduzir o fluxo de sangue na placenta, causar o aumento da pressão arterial e outras doenças vasculares na gestante.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 3% dos defeitos nos bebês foram causados pelo uso indevido de medicamentos sem orientação médica durante a gravidez, sendo que 40% das gestantes afirmam que usaram colírios sem prescrição médica.

 

Muitas pessoas desconhecem o fato de que os colírios são vasoconstritores, ou seja, eles reduzem o fluxo do sangue nos vasos, inclusive o da placenta, afetando assim a saúde do bebê. Além disse, também há a possibilidade de a gestante sofrer alteração arterial (hipertensão) complicando a gestação, correndo o risco do aborto ou complicações durante o parto.

 

A alegação para o uso de colírios durante a gravidez é que os olhos ficam avermelhados, mas isso ocorre devido ao aumento da produção de hormônios na mulher, que além de vermelhos também podem ficar secos. No caso de grande incômodo, a gestante deve consultar um oftalmologista que irá avaliar seu período de gestação para recomendar o colírio ideal, que não interfira na saúde da gestante e do bebê.

 

Atualmente entendemos melhor as consequências negativas do excesso de peso na infância e aquele bebê que era considerado muito fofo por ser tão gordinho hoje é motivo de preocupação para os pais. Uma das maiores preocupações é a incidência de diabetes tipo II e a puberdade precoce.

 

O pré-natal é o início do controle da obesidade. Estudos comprovam que uma mãe mal nutrida na gravidez gera criança com maior possibilidade de tornar-se obesa mais tarde. Sabe-se também que a lactação materna, no primeiro ano de vida da criança, protege-a contra obesidade e que criança alimentada com mamadeira tende a ser mais gorda no futuro. Por outro lado, uma mãe que engorda de 20 a 30 quilos durante a gestação pode causar consequências dramáticas ao filho, como a diabetes gestacional que prejudica a maturidade do feto. Além disso, como podem ter filhos com peso superior a 4 quilos, essas mães estão sujeitas a dificuldades perinatais e ao risco de desenvolver outras doenças no futuro. Crianças geradas dessa maneira podem correr o risco maior de tornarem-se obesas no futuro.

 

A alimentação do bebê até o sexto mês de vida deve ser exclusiva de leite materno não havendo necessidade de complementar com nenhum alimento adicional nem mesmo chás ou água. Na impossibilidade do leite materno, a substituição deverá ser de leites específicos para cada faixa etária e os cuidados no preparo e conservação devem ser rigorosamente seguidos. Qualquer tipo de engrossante é totalmente dispensável à alimentação saudável do bebê. Após o sexto mês outros alimentos devem ser inseridos, seguindo as recomendações do pediatra, que deverá acompanhar o desenvolvimento do bebê.

 

É interessante saber que crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão à obesidade e que ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do peso que tinha ao nascer e não deve crescer mais que 25 centímetros no primeiro ano. Outro fator que deve ser acompanhado pelos pais é que bebês que dormem pouco ficam mais cansados e consequentemente fazem menos atividades durante o dia facilitando o acúmulo de gordura.

 

Uma dica alimentar para crianças que já apresentam uma propensão à obesidade e consomem com frequência bolachas, salgadinhos ou outros alimentos com alto teor de gordura ou carboidrato é o consumo de três a quatro copos de leite por dia, de preferência leite desnatado, e pão integral.  Das refeições principais, devem constar feijão, que é um ótimo alimento, arroz integral, carne, saladas, frutas e sucos, especialmente o suco de laranja por causa do maior índice de vitamina C.