Quomodo Blog

Pode parecer bobagem, mas um simples colírio pode causar um aborto. A verdade é que as pessoas acreditam que certos medicamentos são nulos de efeitos colaterais, mas mesmo um colírio, por ser vasoconstritor, pode reduzir o fluxo de sangue na placenta, causar o aumento da pressão arterial e outras doenças vasculares na gestante.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 3% dos defeitos nos bebês foram causados pelo uso indevido de medicamentos sem orientação médica durante a gravidez, sendo que 40% das gestantes afirmam que usaram colírios sem prescrição médica.

 

Muitas pessoas desconhecem o fato de que os colírios são vasoconstritores, ou seja, eles reduzem o fluxo do sangue nos vasos, inclusive o da placenta, afetando assim a saúde do bebê. Além disse, também há a possibilidade de a gestante sofrer alteração arterial (hipertensão) complicando a gestação, correndo o risco do aborto ou complicações durante o parto.

 

A alegação para o uso de colírios durante a gravidez é que os olhos ficam avermelhados, mas isso ocorre devido ao aumento da produção de hormônios na mulher, que além de vermelhos também podem ficar secos. No caso de grande incômodo, a gestante deve consultar um oftalmologista que irá avaliar seu período de gestação para recomendar o colírio ideal, que não interfira na saúde da gestante e do bebê.

 

Atualmente entendemos melhor as consequências negativas do excesso de peso na infância e aquele bebê que era considerado muito fofo por ser tão gordinho hoje é motivo de preocupação para os pais. Uma das maiores preocupações é a incidência de diabetes tipo II e a puberdade precoce.

 

O pré-natal é o início do controle da obesidade. Estudos comprovam que uma mãe mal nutrida na gravidez gera criança com maior possibilidade de tornar-se obesa mais tarde. Sabe-se também que a lactação materna, no primeiro ano de vida da criança, protege-a contra obesidade e que criança alimentada com mamadeira tende a ser mais gorda no futuro. Por outro lado, uma mãe que engorda de 20 a 30 quilos durante a gestação pode causar consequências dramáticas ao filho, como a diabetes gestacional que prejudica a maturidade do feto. Além disso, como podem ter filhos com peso superior a 4 quilos, essas mães estão sujeitas a dificuldades perinatais e ao risco de desenvolver outras doenças no futuro. Crianças geradas dessa maneira podem correr o risco maior de tornarem-se obesas no futuro.

 

A alimentação do bebê até o sexto mês de vida deve ser exclusiva de leite materno não havendo necessidade de complementar com nenhum alimento adicional nem mesmo chás ou água. Na impossibilidade do leite materno, a substituição deverá ser de leites específicos para cada faixa etária e os cuidados no preparo e conservação devem ser rigorosamente seguidos. Qualquer tipo de engrossante é totalmente dispensável à alimentação saudável do bebê. Após o sexto mês outros alimentos devem ser inseridos, seguindo as recomendações do pediatra, que deverá acompanhar o desenvolvimento do bebê.

 

É interessante saber que crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão à obesidade e que ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do peso que tinha ao nascer e não deve crescer mais que 25 centímetros no primeiro ano. Outro fator que deve ser acompanhado pelos pais é que bebês que dormem pouco ficam mais cansados e consequentemente fazem menos atividades durante o dia facilitando o acúmulo de gordura.

 

Uma dica alimentar para crianças que já apresentam uma propensão à obesidade e consomem com frequência bolachas, salgadinhos ou outros alimentos com alto teor de gordura ou carboidrato é o consumo de três a quatro copos de leite por dia, de preferência leite desnatado, e pão integral.  Das refeições principais, devem constar feijão, que é um ótimo alimento, arroz integral, carne, saladas, frutas e sucos, especialmente o suco de laranja por causa do maior índice de vitamina C.

Depois de 9 meses de muita ansiedade finalmente chega o momento mais esperado,  a família esta em festa com a chegada do mais novo membro, porém junto com essa alegria vem toda preocupação da mamãe de primeira viagem;  o primeiro passo é se acalmar, ficar bem tranquila para cuidar bem do seu bebê.

Segure o bebê da forma mais delicada possível, apoie a cabeça e as costas do bebê, ou seja, encaixe a cabeça na dobra do cotovelo e as costas no antebraço, o importante é você não fazer movimentos bruscos e estar atenta para não pressionar demais ou bater a parte da moleira, aquela parte superior da cabeça, pois o crânio ainda não esta totalmente formado.

Na hora de dormir coloque sempre o bebê de barriga para cima, estudos mais recentes mostram isso, porém coloque deitado só depois de arrotar.

O umbiguinho leva de 7 a 15 dias para se desprender da barriga do bebê, se você fizer uma higiene adequada pode cair antes deste período, limpe pelo menos 3 vezes ao dia com álcool 70%, sempre depois do banho e nas trocas de fraldas, isso ajuda a cicatrizar e não infeccionar; existem alguns casos que o umbiguinho demora até 25 dias para se desprender, então  fique tranquila se for o caso do seu bebê, é normal.

As cólicas são normais; fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. O melhor remédio nesse momento é o leite materno. Deixe o bebê na posição fetal, aqueça bem a barriguinha dele, isso ajuda a aliviar a dor, geralmente o choro de cólica é aquele mais intenso, que começa e termina de forma repentina.

O banho pode ser qualquer hora do dia, isso vai de mamãe para mamãe, algumas preferem dar a noite assim o bebê fica mais tranquilo para dormir, outras preferem dar no meio do dia que já esta mais quente, o importante é a água estar morna, você pode sentir com seu pulso se água esta na temperatura ideal; não há necessidade de colocar termômetro.

É normal ele fazer cocô várias vezes ao dia, é normal também ele ficar até 2 dias sem evacuar.

Esses são os principais cuidados com bebê, não precisa dar água nem chá ao recém-nascido, neste momento ele só precisa do leite materno;

Aos poucos tudo vai se ajeitando e você já vai distinguindo um choro de outro, você vai perceber que na verdade , você e seu bebê são uma pessoa só, e você vai saber quando ele esta com fome ou com dor, o importante é ficar calma, tudo vai dar certo !