Quomodo Blog

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Ontem tive um dia bem longo. Meu filho precisou fazer uma cirurgia bem simples, mas as 5h da manhã já tínhamos que estar no hospital, com alta prevista para o mesmo dia.

Hospital sempre foi a minha praia. Quando tinha 16 anos meu primeiro emprego foi em um. Amava a rotina, mesmo tendo que trabalhar todos os dias, sem feriado ou final de semana. Acho que esse clima corrido e tenso faz as pessoas ficarem mais unidas, e no fim nosso sentimento era de sermos uma grande família. E quando me formei em Psicologia alguns anos mais tarde nunca tive dúvida que essa seria minha escolha sempre. E lá fui fazer a minha Pós em Psicologia Hospitalar. E como imaginava, cada dia tenho mais certeza de ter escolhido o caminho certo.

Mas enfim, o que queria compartilhar com vocês é que ontem meu papel era diferente no hospital. Não era de profissional e nem mesmo de paciente (como também já fui algumas vezes), mas sim de mãe. Uma mãe no hospital. E já atendi muitas mães no hospital. Permiti que expressassem seus sentimentos, acolhi. Já fui também mãe em UTI Neonatal, quando meu filhote tinha apenas 3 dias. Sei que cada caso é um caso, mas para todas as mães, a certeza é a mesma. Elas não queriam estar ali. Elas não queriam que seus filhos estivessem ali. E ontem vi que estar ali não é nada fácil. Temos que mostrar muita força para os nossos pequenos, temos que acalmá-los quando estiverem com medo, temos que ser sinceras, sem desesperá-los. Temos que responder todas as perguntas, mesmo sem saber responder muitas delas.

Pensei nas mães que vivem lá. Nas mães que estão com filhos em tratamento, em todos os sentimentos e pensamentos que passam por essas mães. Caramba, não é nada fácil. Eu diria, é umas das coisas mais difíceis do mundo. E por isso essas mães merecem meu total respeito, e mais do que isso, é por elas que acredito na minha profissão. É nelas que penso quando tenho a certeza de que escolhi o caminho certo…

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O meu pensamento mais positivo de hoje vai para elas.

Um abraço.

Cecília

Pode parecer bobagem, mas um simples colírio pode causar um aborto. A verdade é que as pessoas acreditam que certos medicamentos são nulos de efeitos colaterais, mas mesmo um colírio, por ser vasoconstritor, pode reduzir o fluxo de sangue na placenta, causar o aumento da pressão arterial e outras doenças vasculares na gestante.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 3% dos defeitos nos bebês foram causados pelo uso indevido de medicamentos sem orientação médica durante a gravidez, sendo que 40% das gestantes afirmam que usaram colírios sem prescrição médica.

 

Muitas pessoas desconhecem o fato de que os colírios são vasoconstritores, ou seja, eles reduzem o fluxo do sangue nos vasos, inclusive o da placenta, afetando assim a saúde do bebê. Além disse, também há a possibilidade de a gestante sofrer alteração arterial (hipertensão) complicando a gestação, correndo o risco do aborto ou complicações durante o parto.

 

A alegação para o uso de colírios durante a gravidez é que os olhos ficam avermelhados, mas isso ocorre devido ao aumento da produção de hormônios na mulher, que além de vermelhos também podem ficar secos. No caso de grande incômodo, a gestante deve consultar um oftalmologista que irá avaliar seu período de gestação para recomendar o colírio ideal, que não interfira na saúde da gestante e do bebê.

 

Para quem vai viajar para a praia e até mesmo ao interior (campo), a exposição ao sol deverá ser controlado; os horários de exposição deverão ser obedecidos, na parte da manhã até às 10hs e podendo retornar após as 16hs. Mesmo assim, procure proteger a criança com um boné, com abas largas preferencialmente e passar filtro solar de baixo fator adequado com a idade a cada duas horas.

 

É muito importante aplicar na criança o protetor solar infantil pelo fato de ter características apropriadas para pele delicada do seu bebê. Outra recomendação é não utilizar filtro solar em bebês com idade inferior a 6 meses, neste caso o banho de sol deve ser preferencialmente realizado bem cedinho logo ao amanhecer limitando o tempo máximo de 15 a 20 minutos.

 

Quanto à alimentação, é necessário dobrar a atenção para não modificar em excesso a rotina da criança, não relaxar os horários de refeição e preparar a alimentação de forma saudável evitando exposição à alimentação gordurosa especialmente comercializada em areias de praias. Acomode os alimentos em bolsa térmica e ofereça o alimento à temperatura de costume, aquecendo a bebida se for necessário. Um aquecedor de mamadeira poderá auxiliar nesta tarefa. Recomenda-se tomar água-de-coco, sucos naturais, bolachas salgadas, frutas e uma alimentação com verduras e legumes, para os bebês com mais de 6 meses, e faça o possível para excluir do cardápio salgadinhos, frituras e refrigerantes.

 

Outra atenção especial é quanto às fantasias para os bebês, caso os pais optem por adquirir, leve em consideração o conforto do bebê, ele tem que conseguir se articular bem enquanto estiver com a fantasia e escolha um modelo adequado a temperatura, não utilize uma fantasia totalmente fechada se estiver em um local de alta temperatura ou uma fantasia muito aberta se o clima estiver ameno, para evitar que o bebê fique resfriado.

 

Tomando todos os cuidados necessários, temos certeza que os pais irão curtir muito o bebê durante o período de carnaval.

 

Boa diversão!

 

7 de dez de 2012
Férias chegando, uma época maravilhosa para você curtir seu bebê, passear, conhecer lugares novos, ou até visitar os familiares, ...