Quomodo Blog

Admitir que os filhos crescem é algo que as mães imperceptivelmente ignoram. Para elas, eles serão sempre bebês, frágeis e indefesos, que não conseguirão enfrentar o mundo sem a sua presença protetora.

Cada novo momento, cada nova experiência é um desafio para a mamãe coruja super protetora, que está sempre em busca do melhor.

Nos preocupamos com todos detalhes, as roupas, os calçados, o cabelo, o alimento… Tudo tem que ser da melhor qualidade e ainda caber direitinho no nosso orçamento. Isso tudo podemos controlar.

Mas chega a hora dos filhos alçarem voos mais altos, caminhadas mais longas e independentes. E agora, a mãe leoa tem que “ficar de fora”, mas não deixa de ficar “atrás da moita”, a espreita de qualquer movimento estranho ou ameaçador.

Geralmente, a escola é a primeira vez em que esses pequenos cortam com o cordão que os une quase que única e exclusivamente a suas mães. Eles entram na sala colorida, cheia de atrativos e atividades desafiadoras, com sorrisos e abraços daquela que passará a ser a nova guardiã das suas vidas por um período diário e com durabilidade programada. Um alguém que irá substituir, amparar e proteger por um período previsto e determinado pela mãe, que fica com o “coração na mão” até a hora do reencontro.

Davi e Cecília, 1º Dia de aula na nova escola, janeiro 2013

Esse é um assunto que deve ser muito bem conversado e pensado na família, pois atualmente, nossas crianças precisam sair de casa mais cedo e compartilhar mais, para conseguirem fazer parte de uma sociedade que vive “correndo”, onde “quem pode mais chora menos”, ou seja, quem aprende mais, vive melhor, tem as melhores oportunidades e parece ser mais feliz. (Esse é o meu ponto de vista, não estou impondo ou ditando verdades).

Mas voltemos ao foco deste texto, a mãe que quer que a “cria” cresça e aprenda a viver, mas que ao mesmo tempo tem dificuldade de suportar essa separação que se anuncia a cada dia.

Ser mãe é o desafio mais delicioso que me dispus a enfrentar, e está sendo um aprendizado e um crescimento diário, daqueles que faz a vida valer a pena.

Ainda voltaremos a falar sobre esse assunto. Mas agora gostaria de saber a sua opinião. Leve um pouco de mim e deixe um pouco de si por aqui. Escreva o que você está pensando agora….

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