Quomodo Blog

Pode parecer bobagem, mas um simples colírio pode causar um aborto. A verdade é que as pessoas acreditam que certos medicamentos são nulos de efeitos colaterais, mas mesmo um colírio, por ser vasoconstritor, pode reduzir o fluxo de sangue na placenta, causar o aumento da pressão arterial e outras doenças vasculares na gestante.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 3% dos defeitos nos bebês foram causados pelo uso indevido de medicamentos sem orientação médica durante a gravidez, sendo que 40% das gestantes afirmam que usaram colírios sem prescrição médica.

 

Muitas pessoas desconhecem o fato de que os colírios são vasoconstritores, ou seja, eles reduzem o fluxo do sangue nos vasos, inclusive o da placenta, afetando assim a saúde do bebê. Além disse, também há a possibilidade de a gestante sofrer alteração arterial (hipertensão) complicando a gestação, correndo o risco do aborto ou complicações durante o parto.

 

A alegação para o uso de colírios durante a gravidez é que os olhos ficam avermelhados, mas isso ocorre devido ao aumento da produção de hormônios na mulher, que além de vermelhos também podem ficar secos. No caso de grande incômodo, a gestante deve consultar um oftalmologista que irá avaliar seu período de gestação para recomendar o colírio ideal, que não interfira na saúde da gestante e do bebê.

 

Para quem vai viajar para a praia e até mesmo ao interior (campo), a exposição ao sol deverá ser controlado; os horários de exposição deverão ser obedecidos, na parte da manhã até às 10hs e podendo retornar após as 16hs. Mesmo assim, procure proteger a criança com um boné, com abas largas preferencialmente e passar filtro solar de baixo fator adequado com a idade a cada duas horas.

 

É muito importante aplicar na criança o protetor solar infantil pelo fato de ter características apropriadas para pele delicada do seu bebê. Outra recomendação é não utilizar filtro solar em bebês com idade inferior a 6 meses, neste caso o banho de sol deve ser preferencialmente realizado bem cedinho logo ao amanhecer limitando o tempo máximo de 15 a 20 minutos.

 

Quanto à alimentação, é necessário dobrar a atenção para não modificar em excesso a rotina da criança, não relaxar os horários de refeição e preparar a alimentação de forma saudável evitando exposição à alimentação gordurosa especialmente comercializada em areias de praias. Acomode os alimentos em bolsa térmica e ofereça o alimento à temperatura de costume, aquecendo a bebida se for necessário. Um aquecedor de mamadeira poderá auxiliar nesta tarefa. Recomenda-se tomar água-de-coco, sucos naturais, bolachas salgadas, frutas e uma alimentação com verduras e legumes, para os bebês com mais de 6 meses, e faça o possível para excluir do cardápio salgadinhos, frituras e refrigerantes.

 

Outra atenção especial é quanto às fantasias para os bebês, caso os pais optem por adquirir, leve em consideração o conforto do bebê, ele tem que conseguir se articular bem enquanto estiver com a fantasia e escolha um modelo adequado a temperatura, não utilize uma fantasia totalmente fechada se estiver em um local de alta temperatura ou uma fantasia muito aberta se o clima estiver ameno, para evitar que o bebê fique resfriado.

 

Tomando todos os cuidados necessários, temos certeza que os pais irão curtir muito o bebê durante o período de carnaval.

 

Boa diversão!

 

Atualmente entendemos melhor as consequências negativas do excesso de peso na infância e aquele bebê que era considerado muito fofo por ser tão gordinho hoje é motivo de preocupação para os pais. Uma das maiores preocupações é a incidência de diabetes tipo II e a puberdade precoce.

 

O pré-natal é o início do controle da obesidade. Estudos comprovam que uma mãe mal nutrida na gravidez gera criança com maior possibilidade de tornar-se obesa mais tarde. Sabe-se também que a lactação materna, no primeiro ano de vida da criança, protege-a contra obesidade e que criança alimentada com mamadeira tende a ser mais gorda no futuro. Por outro lado, uma mãe que engorda de 20 a 30 quilos durante a gestação pode causar consequências dramáticas ao filho, como a diabetes gestacional que prejudica a maturidade do feto. Além disso, como podem ter filhos com peso superior a 4 quilos, essas mães estão sujeitas a dificuldades perinatais e ao risco de desenvolver outras doenças no futuro. Crianças geradas dessa maneira podem correr o risco maior de tornarem-se obesas no futuro.

 

A alimentação do bebê até o sexto mês de vida deve ser exclusiva de leite materno não havendo necessidade de complementar com nenhum alimento adicional nem mesmo chás ou água. Na impossibilidade do leite materno, a substituição deverá ser de leites específicos para cada faixa etária e os cuidados no preparo e conservação devem ser rigorosamente seguidos. Qualquer tipo de engrossante é totalmente dispensável à alimentação saudável do bebê. Após o sexto mês outros alimentos devem ser inseridos, seguindo as recomendações do pediatra, que deverá acompanhar o desenvolvimento do bebê.

 

É interessante saber que crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão à obesidade e que ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do peso que tinha ao nascer e não deve crescer mais que 25 centímetros no primeiro ano. Outro fator que deve ser acompanhado pelos pais é que bebês que dormem pouco ficam mais cansados e consequentemente fazem menos atividades durante o dia facilitando o acúmulo de gordura.

 

Uma dica alimentar para crianças que já apresentam uma propensão à obesidade e consomem com frequência bolachas, salgadinhos ou outros alimentos com alto teor de gordura ou carboidrato é o consumo de três a quatro copos de leite por dia, de preferência leite desnatado, e pão integral.  Das refeições principais, devem constar feijão, que é um ótimo alimento, arroz integral, carne, saladas, frutas e sucos, especialmente o suco de laranja por causa do maior índice de vitamina C.

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